Das "duras" às máquinas do olhar: a violência e a vigilância na prisão

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O presente artigo tem como proposta central a discussão a respeito da violência e da vigilância. Inicialmente, interessa-
nos o entendimento do espaço carcerário para, em um segundo momento, chegarmos até uma discussão a respeito
da “imagem-vigilante” em geral. O caminho proposto parte de dentro para fora, ou seja, após uma brevíssima passagem
pelas formas tradicionais de vigilância em instituições carcerárias, a intenção é transcender os muros chegando à
“tecnovigilância” na sociedade contemporânea. Muito vem sendo discutido a esse respeito atualmente e a contribuição
aqui pretendida propõe um movimento por essa bibliografia – percurso que se pauta em diversos autores fundamentais
para o debate, procurando ora a sistematização, ora a colocação de questões por outros pontos de vista.